Esquadrão Suicida - Vivendo no Limite

junho 28, 2017



Sinopse: Algo de podre no esquadrão Enquanto os integrantes da Força-Tarefa X – mais conhecida como Esquadrão Suicida – tentam se recuperar da desastrosa missão em Gotham City, um segredo sombrio vem à tona com a descoberta de um traidor dentro da equipe. Treinado por Regulus, o líder de uma organização terrorista, o sabotador tem ordens de eliminar Amanda Waller e expor o Esquadrão. Em meio a isso, o grupo é incumbido de caçar e prender o misterioso meta-humano Mitch Shelley, também chamado de Ressurreição. No entanto, isso pode se revelar mais mortal do que se pensava, além de fazer parte do plano suicida de Waller para deter Regulus. Reunindo as edições originais Suicide Squad 8-13 E Resurrection Man 8-9 Em 188 páginas, este volume apresenta uma história que revira as entranhas do Esquadrão Suicida, bem como os coloca em uma de suas missões mais letais. O roteirista ADAM GLASS (da série de tevê Supernatural), com a ajuda dos Artistas Federico Dallocchio (Starcraft) e Fernando Dagnino (Superman), traz uma aventura recheada de ação e insanidade como só poderia ser em se tratando desta equipe.

Explosivo. Se tivesse que definir em uma palavra essa HQ, seria assim. O segundo encadernado dos bad guys da DC na série os novos 52 dá continuidade a Esquadrão Suicida: Chute na Cara (tem resenha dele aqui no blog, se não leu corre lá e confere rapidinho clique aqui). Se você gostou do primeiro, deve amar este aqui por vários motivos. O primeiro motivo é que ele tem muito mais ação que o primeiro (e o primeiro tem um pouco de ação já , então...). O segundo é que ele tem mais consistência na história e é cheio de plot twists de dar até infarto de tão emocionante. O terceiro é que o esquadrão faz menos rotação de membros que no primeiro encadernado, então dá pra acompanhar melhor quem é quem e qual a história de fundo de cada um. O título original é Basilisk Rising, mas adaptá-lo ao invés de somente traduzir serviu muito melhor. Isso porque vivendo no limite descreve exatamente a situação: Um esquadrão com membros desgastados, pirando, de saco cheio, cuja líder também não está nada bem. Os personagens são legais, diferentes e as situações bem exploradas. E tem ação o tempo inteiro. Não tem um minuto de descanso para esses vilões. Vivendo no limite não fecha o cerco. Ao contrário, deixa a história muito aberta para uma sequência (exatamente como no primeiro, quem leu vai entender). Super recomendado (junto com o primeiro, pra entender tudo), essa série do Esquadrão nos novos 52 tem tudo pra dar muito certo, trabalho de primeira do roteirista Adam Glass. Corre lá e confere pra ver do que estou falando.


Curiosidade: Por ser composto pelos mensais 8-13 de suicide squad e 8-9 de Resurrection Man, dá pra notar que Amanda Waller e a Dra. Visyak mudam drasticamente na arte de Resurrection Man. Entretanto não tem muita diferença nos membros do esquadrão. Confira as fotos pra ver.

Você pode gostar

0 comentários

Popular Posts

Facebook

Instagram